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Acidente com ex-BBB chama a atenção para a importância do cinto de segurança

No país em que 32 pessoas morrem por dia em acidentes de trânsito, o desrespeito às regras, por pedestres, condutores e passageiros de veículos, continua assustando autoridades, onerando o sistema público de saúde, produzindo vítimas e sequelados. Em 2021 foram 11.647 mortes em 632.764 registros, 72 acidentes por hora, de acordo com dados do Ministério da Infraestrutura.

Infrações por excesso de velocidade, desrespeito à sinalização, alcoolemia e uso do celular ao volante, são flagradas todos os dias pela fiscalização dos órgãos de trânsito em todo o país. Só o DETRAN SP aplicou em 2021, mais de 1,5 milhão de multas, sendo 165.150 por uso do celular, 126.000 por não usar cinto de segurança e 48.000 por alcoolemia.

Na última quinta-feira, 31 de março, um acidente em um acesso da Marginal Pinheiros em São Paulo, vitimou o ex-BBB Rodrigo Mussi e chamou a atenção para dois pontos que se obedecidos poderiam tê-lo evitado ou diminuído a sua gravidade.

O ex-BBB retornava de Osasco para São Paulo e, pouco mais das 3h da manhã, o veículo de aplicativo em que viajava, colidiu violentamente na traseira de um caminhão que transitava na faixa direita da via. No choque, o passageiro, foi arremessado para frente e sofreu ferimentos nas pernas e na cabeça. Pela gravidade das lesões, a suspeita dos socorristas é de que Rodrigo não estaria usando cinto de segurança no banco traseiro.

Aos policiais o motorista admitiu que “cochilou” e contou que naquela noite estava trabalhando por mais de 3 horas e meia, quando atendeu um chamado de corrida para Rodrigo.

Dirigir com sono ou cansaço é responsável por 60% dos acidentes de trânsito no Brasil. Uma pesquisa de 2019 feita pela ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego) em parceria com o CRM e a Academia Brasileira de Neurologia indicou que 42% dos acidentes nas ruas e estradas do país são causados pelo sono. Outros 18% são resultado da fadiga excessiva.

Em entrevista a uma emissora de televisão, Kaique Faustino Reis, de 24 anos, motorista do veículo, disse que estava usando o cinto de segurança, mas o passageiro, apesar de alertado, se recusou a usar o equipamento quando foi solicitado.

Estudos baseados nas estatísticas sobre acidentes em estradas e ruas brasileiras, mostram que o cinto de segurança reduz em 45% o risco de morte no banco dianteiro e de até 75% no banco traseiro. Deixar de usar o cinto é considerada uma infração de natureza GRAVE com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH do condutor. De acordo com o Art. 65 do CTB, o uso do cinto é obrigatório para todos os ocupantes do veículo, em uso urbano ou rodovias.

Este ano, durante a campanha MAIO AMARELO, temas como tempo na condução do veículo automotor (cansaço x sono), limites de velocidade e utilização do cinto de segurança fazem parte da programação e serão abordados com o objetivo de reduzir os acidentes e mortes no trânsito.