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Apenas seis capitais brasileiras batem meta de redução de mortes no trânsito

Em 2011 o Brasil aderiu a um programa da ONU que estabelecia uma meta de reduzir as mortes no trânsito em pelo menos 50%, entre de 2010 e 2020. O ano de 2020 é o último para que as cidades brasileiras (e o país) reduzam o número de mortes no trânsito.

Coordenado pelo Ministério da Saúde e batizado de “Vida no Trânsito”, o programa previa a integração dos diversos órgão municipais, estaduais e federais ligados ao trânsito, para que através do compartilhamento de informações e estabelecimento de políticas públicas conjuntas, conseguissem alcançar o objetivo de reduzir as mortes nas cidades e rodovias do país, mas faltando apenas um ano para o final do prazo estipulado, apenas 6 das 27 capitais brasileiras conseguiram alcançar a meta. Salvador é uma delas.

Salvador tem desde 2016, a menor taxa de mortes por 100 mil habitantes no trânsito, mesmo com aumento da frota de 31% no período; atrás apenas de Rio Branco no Acre, que reduziu em 64% a índice de mortes. Em 2018, a taxa em Salvador foi de 3,99 por 100 mil habitantes, número que segundo a OMS, equivale ao da Dinamarca.

Belo Horizonte, Aracaju, Curitiba e Porto Alegre foram as outras cidades que também conseguiram reduzir as mortes, por outro lado, cidades como Palmas e Florianópolis viram seu trânsito matar mais.

Em Salvador o Órgão de Trânsito da prefeitura adotou uma lista as medidas que teriam ajudado a diminuir a letalidade no trânsito. Entre elas, a redução de velocidades em grandes avenidas e a criação de áreas calmas, com velocidade máxima entre 30 km/h ou 40 km/h. A Prefeitura também participou com implantação de ciclovias, além de redesenho de esquinas e avanço de calçadas, a ideia foi adequar a velocidade à presença de pedestres nos calçadões e praças. Assim, caiu o número de atropelamentos e a gravidade desses eventos.

Ações no trânsito como fazer pesquisas que identifiquem os problemas e apontem soluções e campanhas educativas são importantes para mudar o comportamento dos motoristas, mas, sem fiscalização, a situação não melhora; por isto Salvador também aumentou em 71% o número de radares. Com isto as infrações quase triplicaram de 2012 a 2016, porém, desde o pico em 2016, a violação do limite de velocidade caiu 35%.